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Cafeoteca do Brasil

Início

Durante suas viagens, buscando produtos selecionados que proporcionassem uma bebida de classe e de sabor inigualável para as cafeterias as quais oferecia consultoria, a cafeóloga Moni Abreu foi “colecionando” diversos sabores por onde passava. Percebendo a quantidade e a variedade de produtos catalogados, e por representar várias regiões produtoras do país, foi dada a esta coleção de cafés o nome de “Cafeoteca do Brasil”.

Sentido

A Cafeoteca do Brasil foi apresenta pela primeira vez em forma “física”, em setembro de 2013, durante o “Coffee Season Festival”, evento que reuniu em um único lugar, para degustação orientada, dezessete cafés oriundos de diversas regiões brasileiras. A proposta era levar o conhecimento da diversidade de cafés brasileiros aos consumidores finais, demonstrando produtos únicos e evidenciando o sentido de regiões, além de buscar valorizar os produtores que se dedicavam com tanto afinco aos cafés especiais.

Motivo

Após este evento pontual, a Cafeoteca do Brasil tornou a figurar publicamente quando ocupou uma casa histórica na Rua General Osório, bairro de São Domingos, em Niterói. O lugar foi nomeado Dom Café Cafeoteca e Bistrô e foi a primeira cafeteria Pop Up do país, tendo funcionado entre junho e novembro de 2014.

Com o intuito de ampliar e dar continuidade à proposta, diversificando também a atuação, em novembro de 2014 a Cafeoteca buscou outro endereço, neste mesmo bairro. Este novo espaço foi batizado de Mon Café Cafeoteca & Boutique Especializada. Infelizmente, por diversas razões, a proposta não chegou a ser efetivada.

Evolução

Acompanhando as transformações do café enquanto produto alimentar de alto gabarito, elemento gastronômico e de consumo diferenciado, e tendo em mente as questões econômicas, comerciais e de produção atuais, a proposta entra em nova fase: o universo da wikinomia[1]. A Cafeoteca do Brasil® se transforma agora em um empreendimento coletivo, buscando um ciclo de criatividade, colaboração, inovação, cuidado e retroalimentação. cafeoteca1Ao fugir do conceito da economia tradicional e entrarmos nessa economia mais colaborativa, descobrimos que pra alguém ganhar ninguém precisa perder, muito pelo contrário, todas nós ganhamos juntas enquanto um coletivo com interesses, necessidades e buscas semelhantes.

Neste novo formato de negócio, feito de pessoas, por pessoas e para pessoas, a base é a colaboração, o cuidado e o compartilhamento. Desta forma, a proposta se mostra sustentável, humana, expansível, lucrativa e de longo prazo.

Essa nova forma de economia gera grandes vantagens de mercado dando a possibilidade de interagir com outras empresas e profissionais diferenciadas, dentro de um outro espaço geográfico e de negócios. Promove também retorno financeiro multilateral significativo com um baixo custo aplicado, visto que a mínima contribuição de cada uma permite a existência de enormes benefícios para todas as envolvidas com o coletivo.

Motor

Tendo retomado a ideia desde junho de 2015, estamos buscando emplacar o coletivo. Ja estivemos presentes em dois eventos: o Fórum de Empreendedoras, organizado pela RME – Rede de Mulheres Empreendedoras, ocorrido em 1º de setembro, e o WVEF – Women Vendors Exhibition and Forum, promovido pela Apex Brasil e ITC, ocorrido nos dias 2 e 3 de setembro, ambos em São Paulo. Ambos foram um sucesso de “público e critica”. Aceitação geral, tanto a nível de negócios quanto a nível de ideia.

Futuro

Agora não paremos mais! Segure a emoção, ainda vem mais por ai…

 

 

[1] “Uma nova economia onde empresas inteligentes se juntam à genialidade do coletivo para promover inovação, crescimento, sucesso e partilha de louros, mudando os conceitos de competitividade neste século XXI.” Em: “Wikinomics, como a colaboração em massa pode mudar o seu negócio”, de Don Tapscott e Antony D. Williams, Editora Nova Fronteira, 2006.

 

3 respostas para “Cafeoteca do Brasil”

  1. avatar Lucas Cunha disse:

    Olá Moni.
    Adorei seu blog… e ainda estou navegando por entre os posts e descobrindo coisas bem legais através de você.
    Sou representante de uma empresa e produtora de café especial na região da alta mogiana, Franca-SP. E gostaria, se possivel de entrar em contato para nos falarmos melhor quanto a participar de sua Cafeoteca… e de que forma podemos unir forças para levar ao seu público um dos melhores cafés produzidos na região Alta Mogiana.
    Desde já, grato pela atenção.

    Abs,
    Lucas Cunha

  2. […] Artigo de Moni Abreu, revisado e originalmente publicado em Café!Café!Café! […]


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